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| (esq./dir.) O diretor-presidente da Man Ferrostaal, Mario Barcelos; o gerente industrial da Sempre Editora, Guilherme Porto Reis; o representante de vendas manroland para a América do Sul, Albrecht Röser; o presidente da Sempre Editora, Vittorio Medioli; e o responsável pelas vendas de rotativas para jornais da Man Ferrostaal, Richard Möller. |
Mais qualidade na impressão e ganhos para o leitor e para o anunciante. É essa a busca constante da Sempre Editora, que para alcançar esse objetivo vem investindo pesado em seu parque gráfico ao longo dos últimos anos. No processo de modernização, a editora - que publica os jornais O Tempo, Super Notícia e Pampulha - acaba de investir na compra de um novo equipamento, que coloca a empresa, definitivamente, entre as principais gráficas de jornal no País: a Geoman, fabricada pela manroland. O contrato de aquisição da nova rotativa da Sempre Editora foi assinado em maio, em Belo Horizonte (MG). Durante a solenidade, o diretor da manroland, Albrecht Röser, enfatizou que a aquisição vai contribuir para o crescimento da empresa, que já conta com um dos jornais de maior circulação no país.
O presidente do grupo Sada (que inclui a Sempre Editora), Vittorio Medioli, explicou durante a solenidade que formalizou a compra da Geoman, que a aquisição do novo equipamento possibilitará o aumento da tiragem dos jornais. "Atualmente a capacidade de impressão está esgotada. O Super passa dos 300 mil exemplares e O Tempo vem crescendo significativamente e está prestes a disputar a liderança em seu segmento", ressaltou o empresário. Segundo ele, com o investimento os jornais poderão ter mais páginas e edições mais atualizadas direcionadas ao interior do Estado. "Teremos condições de chegar mais cedo às bancas e ampliar a capacidade de alcançar municípios mais distantes, conquistando novos leitores", afirmou. Medioli enfatizou que a máquina é a mais moderna que existe no mercado e será benéfica também para anunciantes dos veículos do grupo e clientes da gráfica da Sempre Editora. "Somos uma empresa que sabe manter o pé no chão, avançando passo a passo de forma estruturada, com muita confiança."
Já o diretor executivo da Sempre Editora, Teodomiro Braga, afirmou que a compra da nova rotativa é um item decisivo como estratégia da empresa, que pretende se consolidar como o principal grupo de mídia impressa em Minas. A intenção é fazer com que O Tempo dispute a liderança do segmento de jornais de assuntos gerais no Estado, repetindo o mesmo êxito alcançado pelo Super Notícia na categoria de jornais populares. “Como tenho dito com muita humildade, mas também com muito otimismo e determinação, agora quem faz a história da imprensa em Minas Gerais somos nós, da Sempre Editora.”
Já parceira da Man Ferrostaal, a Sempre apostou na Geoman. "É uma máquina de alta produção, alta qualidade e alta tecnologia", explicou o gerente industrial da Sempre Editora, Guilherme Porto Reis. "Entramos para um grupo restrito e seleto de empresas de comunicação que possuem máquinas de altíssima produção", destacou. “Na essência de todos esses investimentos está nossa busca constante pela tecnologia e crescimento sustentável de nossos produtos". A aquisição da nova máquina irá aumentar a capacidade de impressão do parque gráfico da Sempre Editora. Hoje a empresa imprime até 90 mil jornais por hora. A nova máquina tem capacidade para imprimir, sozinha, 140 mil exemplares por hora. “Esse aumento da capacidade se reflete diretamente na vida do leitor, que poderá receber os títulos mais cedo em casa.”
Treinamento
Além disso, o novo equipamento também vai possibilitar que os produtos editados pela empresa possam ter até 96 páginas e todas em cor. “Para o anunciante, a grande vantagem, além de mais opções de páginas coloridas para divulgar seu produto, é o aumento da qualidade do impresso, que valoriza consideravelmente suas marcas.” A Geoman da Sempre Editora é uma rotativa com dupla largura, com cinco torres, duas dobradeiras e cinco porta-bobinas. A impressora deve entrar em operação em até um ano.
Segundo Reis, os investimentos se deram atendendo a uma demanda dos próprios clientes, leitores e anunciantes. "O motivo principal é o fato de os jornais da Sempre Editora terem crescido muito rapidamente", ressalta, lembrando que o processo de modernização continua e pode levar a novos investimentos no futuro.
Além dos jornais, a gráfica da Sempre Editora imprime uma série de títulos para terceiros. São aproximadamente 280 jornais produzidos em centenas de redações em todo o Estado. Por conta disso, o atual parque gráfico já funciona 24 horas por dia para atender a todos com eficiência e rapidez.
A máquina deve estar totalmente incorporada à produção no decorrer de 2009. Até lá, uma série de adaptações e treinamentos serão feitos para garantir seu melhor aproveitamento. De acordo com o gerente industrial, a fabricante manroland acompanha e aprova desde o local e a forma de instalação do equipamento até os insumos utilizados para a impressão na Geoman. Segundo Reis, além das adaptações no galpão onde será instalada - que terá uma altura maior do que o atual e um ambiente climatizado -, a Sempre Editora está investindo em treinamento para garantir que os profissionais de seu parque gráfico possam tirar o máximo proveito do novo equipamento. Um grupo de funcionários será enviado à fabrica da manroland, na Alemanha, para se aperfeiçoar no funcionamento da Geoman. Também estão previstos treinamentos locais em empresas com equipamentos similares. Desde sua criação, em 1996, o parque gráfico da Sempre Editora já passou por uma série de modernizações com o objetivo de acompanhar a tendência de crescimento. Da primeira máquina, instalada no ano de inauguração da empresa, até a Geoman, uma série de investimentos permitiu a adequação do parque às demandas internas e externas.
Para Reis, o que mais chama a atenção é a velocidade com que a Sempre Editora responde às demandas de crescimento da produção. “Raríssimos são os jornais e as empresas que dão respostas tão rápidas na hora de investir em equipamentos. Isso coloca a empresa um passo à frente”, destaca. |
A Formato foi fundada em 1963 por José Vilela de Rezende, em Uberlândia (MG). Em 1972 foi transferida para Belo Horizonte, mantendo a filial no interior até 1995. Ao longo de sua história, a gráfica sempre procurou diversificar os investimentos, não só em impressoras, mas também em pré-impressão e acabamento, para diminuir o gargalo de produção.
Atualmente a gráfica tem quatro sócios e diretores: Cláudia Pereira de Rezende, Irene Cueto de Rezende, Sérgio Pereira e Luiz Claudio Ferreira. Sua área de atuação é promocional e editorial, com a produção de catálogos, revistas e trabalhos editoriais para escolas.
No ano passado, a Formato decidiu apostar na consultoria especializada da Heidelberg, o Business Development, um processo que analisou os últimos 12 meses de trabalho da gráfica, apontando seus pontos fortes e onde a empresa poderia melhorar. “Esse estudo nos deu mais clareza para decidir em que equipamento investir. Precisávamos aumentar a capacidade produtiva da gráfica, principalmente no que diz respeito à produtividade e qualidade do segmento editorial”, diz Claudia Pereira de Rezende, uma das sócias da gráfica.
Com 135 funcionários e trabalhando 24 horas todos os dias da semana, a diretoria da empresa percebeu que sua capacidade produtiva estava atingindo o limite e em 2008 decidiu ampliá-la, investindo em equipamentos de impressão e acabamento. A Speedmaster XL 75, em processo de instalação, será a primeira impressora oito cores formato meia folha de Minas Gerais. Sucesso de vendas, a impressora foi lançada na Drupa, mas antes mesmo do início da feira já tinha cerca de dez unidades vendidas só no Brasil. A impressora tem o formato um pouco maior que o já conhecido formato meia folha e apresenta inovações como o Prinect Press Center e o Intellistart, que permitem a integração da impressora com o fluxo de trabalho da gráfica e diminuem os tempos de acerto.
Além da nova impressora, a Formato vai investir em equipamentos que vão agregar ainda mais à área de acabamento: uma dobradeira Stahlfolder Ti 52, equipamento versátil e produtivo que permite grande variedade de dobras, e uma alceadeira Eurogater 4000, para a produção mais ágil e fácil de livros e revistas. |