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Após participar de duas feiras, o Grupo Furnax mostra seus feitos, enaltece equipamentos asiáticos e dá crédito para a situação econômica brasileira.

 
Fábio Sabbag
 

Criado no início da abertura da economia brasileira, em 1994, o Grupo Furnax chegou com a idéia fixa de introduzir no mercado alta tecnologia nos processos produtivos. A visualização inicial foi o desenvolvimento de novos sistemas de embalagens. Máquinas de produção, insumos e técnicas modernas foram disseminados. Junto com o segmento de embalagem, atualmente o grupo é presença constante no mercado de acabamento gráfico, pré-impressão, papelão ondulado, rotuladoras, entre outros.

Na divisão gráfica são comercializados desde cortadeiras, coladeiras, fechadoras de cartuchos até guilhotinas e periféricos, plotters Mimaki, corte e vinco, hot stamp e serigrafia automática. Além do acompanhamento técnico que sua equipe de vendas oferece ao mercado gráfico, outra forma de seduzir os clientes é o investimento em feiras segmentadas. Durante a 1ª Semana Internacional da Embalagem, Impressão e Logística, realizada no Anhembi, em São Paulo, de 10 a 14 de março, a Furnax se estruturou fortemente, consolidando o investimento inicial. “Foi um grande sucesso, seja pela quantidade e qualidade de seus visitantes seja pelo número efetivo de vendas. Nossas linhas de produção de papelão ondulado e embalagem cartonada foram a atração principal do evento. Acreditamos muito no potencial de nossa equipe comercial e, por esse motivo, investimos forte em ações como essa”, diz Luis Flávio Lima, gerente da divisão gráfica do Grupo Furnax.

Ainda de acordo com Lima, todos os equipamentos expostos - guilhotina, corte e vinco automática, hot stamp automática, plotter, serigrafia automática, laser para confecção de facas, fechadoras de cartuchos e corte e vinco manual - foram vendidos. “Fomos o maior estande e sem dúvida o mais freqüentado devido às linhas de produção instaladas. Investimos no que acreditamos e quando sabemos que o resultado será positivo”, afirma o gerente da divisão gráfica. Na próxima edição do evento, marcada para 8 a 12 de março de 2010, no mesmo local desta edição, a Furnax também estará presente. “Primeiro pela importância e retorno da feira. Acreditamos também que existe um público carente de novidades e soluções que não é atendido por outros eventos e que não está recebendo sua devida importância”, opina Lima.

No embalo da Drupa
Atenta aos passos que a indústria gráfica dá mundialmente, a Furnax também fincou sua bandeira em solo alemão durante a Drupa 2008. Na ocasião, pôde mostrar várias novidades, como os equipamentos corte e vinco automáticos com duplo destaque, coladeiras de cartuchos de alta performance, sistema de corte de papel que inclui viradores de pilha, elevadores, mesas vibratórias e sistemas automáticos de carga e cortadeira de bobinas de alta precisão e desempenho. “Também foi exposta nossa nova representação: a KYMC, de Taiwan, com seus equipamentos Geraless, para impressão roto e flexografia”, acrescenta Lima.

Outro ponto que desperta ainda mais o interesse da Furnax e aumenta as expectativas daqui para frente é o aumento da renda e o aquecimento da economia brasileira. “Os dois geram uma demanda por produtos diferenciados e de maior valor agregado. Os empresários brasileiros estão mais atentos às novas opções de equipamentos, principalmente os asiáticos, seja pelo menor valor de investimento seja pela expressiva redução de custos de manutenção. Sem dúvida, as máquinas de acabamento são o foco principal de investimento. Nossa grande base instalada, nas maiores referências do mercado, garante a tranqüilidade do investimento. Descobrimos que nossa equipe comercial é muito maior e composta pelo melhor vendedor que uma empresa pode ter: clientes satisfeitos”, observa Lima.

A tão comentada consolidação da era digital no Brasil não é esquecida. “Apostamos em automação de processos, como, por exemplo, equipamentos para confecção de facas a laser, dobradeiras de lâminas automáticas e máquinas para confecção de modelos”, completa.

Os equipamentos asiáticos são analisados incisivamente pelo gerente da divisão gráfica da Furnax: “A entrada em grande escala de equipamentos asiáticos no Brasil não é algo passageiro; eles são os mais adequados às características do nosso mercado. O importante é não generalizarmos e acharmos que tudo que vem da Ásia é chinês e que tudo que é chinês não tem qualidade. Há 15 anos trazemos soluções da Ásia e neste período entendemos melhor as necessidades do mercado e consolidamos nossa participação nas maiores empresas dos ramos gráfico e de papelão ondulado. Taiwan é um pólo de alta tecnologia, como prova a procura de tradicionais fabricantes europeus pelos seus produtos. Busca-se aquilo que é importante para quem vai fazer o investimento em detrimento de ações de marketing e ‘perfumarias’, que acabam encarecendo o produto, sem nenhuma vantagem competitiva”, conclui Lima.

 
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