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Off Sampa - Edição
80 |
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| Ryobi e Horizon saltam aos olhos |
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O mercado gráfico muda e se ajusta à nova realidade, com clientes exigentes, que questionam preço, mas requerem prazos enxutos e qualidade a toda prova. Durante a trajetória da Caiuás Gráfica e Editora, Rangel Rampazzo, o diretor-geral, não só percebeu as mudanças no perfil de seus clientes como também notou que, na posição de comprador da indústria de equipamentos gráficos, sempre é tempo de avaliar as novidades e vantagens que tanto as novas fabricantes como as já tradicionais disponibilizam ao segmento. Por isso, a gráfica paranaense adquiriu sua primeira Ryobi 524 HE, em 2005.
Três anos depois, a Caiuás acaba de receber mais reforços: desde março a Ryobi 784 E e a alceadeira da Horizon SPF 200 estão em operação. Ambos os equipamentos são comercializados no Brasil pela manferrostaal. Hoje a empresa atende aos quatro segmentos (embalagem, editorial, comercial e promocional), mas nasceu servindo ao mercado comercial. Segundo Rampazzo, para ser atuante em serviços promocionais, a Ryobi 524 HE vem sendo mais do que uma aliada. “Queríamos ser competitivos e não conseguiríamos sem uma máquina quatro cores”, fala o diretor-geral.
A Ryobi 524 HE é destinada aos trabalhos um quarto de folha, no formato 520 x 375mm. É equipada com dispositivo de pré-registro, controle remoto dos tinteiros e colocação semi-automática de chapas. Os planos da Caiuás foram ficando mais auspiciosos. Concorrer com empresas tradicionais, provando ao mercado que também pode entregar qualidade em prazos curtos e por valores competitivos estava na pauta da empresa ao investir este ano em processos de pré-impressão, impressão e acabamento ao mesmo tempo. “Fizemos investimentos em CTP, na Ryobi meia folha e otimizamos o acabamento com a alceadeira Horizon”, conta Rangel sobre as novidades mais recentes de sua empresa. “Tinha consciência que para obter os melhores resultados deveria agilizar todo o processo produtivo. Não adiantaria criar gargalos no acabamento, diz, referindo-se à Horizon SPF 200. “A Horizon promove um diferencial de custo no acabamento. Dobradeira e alceamento as concorrentes têm, mas o processo é mais caro. Além disso, a Horizon é mais automatizada. É fato que ficamos limitados a alguns formatos, mas quando os trabalhos se enquadram, realmente, fica muito vantajoso”, avalia Rampazzo.
A opção pela Ryobi 784 E foi no rastro da primeira Ryobi da Caiuás. “A primeira impressora da marca nunca nos deixou na mão. Desde que começou a rodar ela só parou quando não teve trabalho. Em alguns dias chegamos a rodar 19 serviços diferentes”, diz Rangel. “Desta vez, a concorrência tentou nos vender uma máquina similar, mas a Ryobi oferece mais acessórios por um custo final similar. Os dispositivos presentes na impressora garantem mais produtividade e, conseqüentemente, mais competitividade. Nada justificaria, então, escolher outra.” O empresário explica que a produtividade da recém-chegada aliada aos novos processos da gráfica o surpreendeu. Nossa intenção era dobrar o faturamento em 12 meses, mas já posso afirmar que alcançaremos essa meta em, no máximo, oito meses.”
Novos mercados
Para Rampazzo, essa resposta rápida de seus clientes deve-se ao fato de a empresa ter hoje em seu parque tecnologia de primeira linha. “Antes da chegada da segunda Ryobi tínhamos ociosidade na impressora antiga. Hoje as duas Ryobis quatro cores rodam o dia inteiro”, comemora.
Considerada uma das mais importantes gráficas da região, a empresa ainda quer ganhar novos mercados. Para tanto, planeja investir mais na área comercial para mostrar aos clientes e não clientes que o potencial produtivo está otimizado e pronto para servir. “Não é fácil atrair novos trabalhos, mas vamos provar que podemos oferecer qualidade e cumprir prazos por um preço competitivo.” Para o diretor, as gráficas que, como a Caiuás, estão realizando investimentos focados terão céu de brigadeiro nos próximos anos. “No nosso ramo, o gráfico que investe bem vai ganhar dinheiro.”
Rampazzo também mudou conceitos depois de conviver com equipamentos vindos direto da fábrica. “Agora só compro máquinas novas. O custo é mais alto, mas vale o que produz. Prefiro pagar um pouco mais caro do que comprar uma máquina usada mais barata”, garante. Além disso, ele cita a questão da garantia e da assistência técnica como fatores positivos na aquisição de um equipamento novo. |
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| SPP-Nemo promove workshop qualitativo em Florianópolis |
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A SPP-Nemo promoveu workshop voltado à indústria gráfica e editorial em Florianópolis (SC). Com o tema “As propriedades técnicas do papel e a impressão offset”, o encontro foi ministrado por Rodrigo Fernandes Silva, da divisão de suporte ao cliente da Suzano Papel e Celulose.
O workshop orientou os profissionais gráficos sobre as propriedades básicas do papel e seus processos de fabricação, além de explicar como as composições fibrosas podem influenciar na qualidade e nas características do papel. Outros temas, como principais defeitos e dicas sobre controles que podem ajudar a melhorar a performance do produto na impressão offset, também foram abordados na apresentação. Silva destacou ainda as variedades de papéis disponíveis e as tendências no mercado brasileiro e mundial.
A SPP-Nemo é a distribuidora de produtos gráficos pioneira na realização de seminários para o mercado gráfico. Com essa iniciativa, a empresa busca contribuir para a melhoria da capacitação técnica do cliente, orientando-o sobre diversos aspectos produtivos, administrativos e tecnológicos. Durante o encontro também foi discutida a certificação FSC (Forest Stewardship Council) como um diferencial para as empresas. Conquistado em dezembro de 2007 pela SPP-Nemo, o selo garantiu à empresa a posição de primeira distribuidora certificada no País. |
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| Arjowiggins colabora com a educação ambiental |
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A Arjowiggins entregou, no último dia 7 de julho, mais uma remessa de livros Planeta Alce e Viagem ao Planeta Terra, da Komedi Projetos, na Secretaria da Educação de Salto (SP). Os livros deverão ser distribuídos entre as escolas municipais da cidade. O Projeto Planeta Alce, patrocinado pela Arjowiggins, levou às escolas municipais de Salto apresentações de teatro e entregou livros com tema de educação ambiental. Tanto a peça quanto o livro buscam mostrar às crianças como cada um pode cuidar do planeta fazendo sua parte, praticando a reciclagem de materiais, conhecendo a natureza e não agredindo o meio ambiente. Com a remessa de livros entregue em julho, a Arjowiggins doou mais de 5 mil livros, distribuídos entre as 30 unidades municipais de ensino público de Salto. A última cota, entregue à Secretaria de Educação de Salto pelas mãos de Rosane Macena, gerente de recursos humanos e comunicação da Arjowiggins, foi recebida por Wilson Caveden, secretário municipal de Educação, que agradeceu à doação, destacando que ela tem um valor imensurável para a conscientização ambiental nas escolas. A Arjowiggins promove a educação ambiental, principalmente entre crianças e jovens, por acreditar que eles são o amanhã e deles depende toda esperança de uma melhora social, ambiental e cultural para o País. |
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| Eleições aquecem o mercado gráfico em Curitiba |
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A campanha eleitoral de 2008 teve sua largada oficial no dia 6 de julho e, aos poucos, a cidade começa a ser invadida por santinhos, panfletos, cartazes e adesivos dos candidatos. Impulsionado pela demanda, o mercado de gráficas em Curitiba registra aumento de produtividade de até 30% no período, similar ao registrado em São Paulo, maior pólo econômico do Brasil, que prevê um crescimento de até 40% no segmento, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf). “Preparamo-nos com antecedência para atender aos candidatos, que costumam pedir um alto volume de material em pouco tempo. A peça mais solicitada é o santinho e as quantidades variam entre 20 mil a 1 milhão de unidades por candidato”, explica Enio Manzoni, diretor da Gráfica Comunicare.
Este ano as eleições municipais contarão com um número recorde de inscrições: são oito candidatos à prefeitura e cerca de 1,2 mil pretendentes às cadeiras de vereador. Com isso, é previsível que será substancial a quantidade de materiais impressos pelos partidos, também impulsionados pela legislação eleitoral, que proíbe a distribuição de brindes (bonés, camisetas, canetas), a realização de showmícios e propagandas em outdoors. “A mídia impressa atinge diretamente o público-alvo e o seu desenvolvimento é mais ágil do que a impressão em grandes formatos”, acrescenta Manzoni.
Para atender às necessidades do mercado eleitoral, a Comunicare já disponibiliza em seu parque gráfico a máquina Ryobi 754, com capacidade de produção de até 60 toneladas de papel por mês. Segundo Manzoni, o volume de impressão dos materiais dos candidatos é inversamente proporcional ao tempo que eles dispõem, portanto é indispensável a agilidade na entrega para cumprir os prazos. “Chegam a nos pedir a impressão de até 200 mil produtos de um dia para o outro ou no final de semana”, afirma.
O aumento da demanda para o mercado gráfico acarretou no crescimento da procura por agências e profissionais especializados em criação e desenvolvimento desses materiais. A diferença é perceptível, uma conseqüência, também, da consolidação do profissional de marketing político, responsável, entre outras coisas, pela imagem do candidato frente à opinião pública. “Nos últimos anos é nítida a preocupação com a identidade visual, os acabamentos e a qualidade das peças. Os investimentos não se restringem à impressão, há um cuidado com todos os elementos que envolvem a concepção dos materiais, bem como com a legislação, que está mais severa e rigorosa”, diz Manzoni. Todos os materiais impressos dos candidatos devem conter o CNPJ da gráfica responsável, assim como da empresa ou pessoa física que efetuou o pagamento. |
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