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Impressão Plana - Edição 77
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Em pleno crescimento
 

Compactos, mas ao mesmo tempo automatizados, com trocas de chapas cada vez mais velozes, os equipamentos de impressão plana mostram sua flexibilidade e capacidade de se adaptarem a novas demandas gráficas.

 

Fábio Sabbag

 

Numa fase memorável de vendas, os fabricantes de equipamentos para impressão plana sabem exatamente qual foi a solução encontrada para o bom andamento dos negócios: funções automatizadas com total sinergia e queda drástica no tempo de acerto de máquina. Outro pilar de sustentação do crescimento na comercialização dos equipamentos é a procura por volumes cada vez menores de impressos.

Obviamente que redução de redução de tiragens não tem nada a ver com decréscimo de qualidade no produto final,muito pelo contrário. Não é raro deparar-se com tiragens reduzidas e peças nobres com acabamentos diferenciados e excêntricos. Nesse embalo, a respeitada impressão plana galga espaços mais amplos no cenário da impressão. “Sem dúvida há um investimento nesse segmento de mercado. Acreditamos que o mercado de impressão plana está novamente tendo um crescimento anual considerável, embora não tenhamos percentuais para citar. Mas podemos verificar o que acontece com outros mercados, como a indústria automobilística, que teve um crescimento de mais de 30%. Este crescimento acontece em decorrência do crescimento do País. A indústria gráfica também teve um crescimento considerável em relação aos pequenos formatos, que ocorre pela fragmentação das grandes tiragens. Com certeza esse mercado crescerá muito e uma parte dele migrará para impressão digital, o que significa impressão com dados variáveis”, aponta José Fernandez, vice-presidente da Gutenberg Máquinas e Materiais Gráficos.

Propício ao investimento, o momento, para os fabricantes, também é útil para aumentar o volume da informação no mercado e assim expandir o índice de satisfação dos gráficos. “Não só é preciso falar em investimentos, mas também mostrar claramente aos clientes que se não investirem em novas tecnologias que promovem economia de tempo e de insumos - desde papel, hora-máquina, energia elétrica, malas, produtos químicos, tintas entre outros - ficarão, ao longo do tempo, totalmente deslocados do mercado consumidor e enfrentarão dificuldades em suas gráficas. O investimento dependerá da análise de sua própria capacidade produtiva. Isso, aliado ao aconselhamento e orientação de nós, vendedores, levará esse cliente à definição de seu objetivo e conseqüente investimento”, desenha Antônio Furlan, responsável pelas vendas Ryobi para a MAN Ferrostaal.

E os investimentos não irão cessar, “devido à diversificação de produtos comercializados pela indústria gráfica com tiragens baixas - aumento de 70% em relação à tiragem do passado -, além da disponibilidade de financiamento e da segurança do aquecimento econômico do País”, justifica Sergio Borrego, gerente da divisão gráfica da T.Janér. Na opinião de Ricardo Vidal, gerente de produto máquinas planas formatos ¼ de folha da Heidelberg, nos últimos três anos houve um aumento significativo nos investimentos em equipamentos de pequenos formatos e com certeza algumas das razões para esse volume são a demanda cada vez maior para pequenas tiragens, a necessidade das gráficas de pequeno porte no investimento em equipamentos de alta qualidade e a situação favorável da economia.

Marcos Prado, gerente de produtos soluções offset da Alphaprint, não foge à regra: “A tendência é de crescimento, pois é a alternativa que o mercado encontrou para atender as necessidades de seus clientes. Isso tende a se acentuar ainda mais nos próximos anos. O formato pequeno, aliado à tiragem menor, se mostra o trabalho com a melhor relação custo beneficio para as gráficas”. Para a KBA, único fabricante dos formatos gigantes, o crescimento se dá nessa linha e os pequenos formatos se reduzem a cada ano.

Transição do maior para o menor
Muitas vezes desenhadas e pensadas para imprimirem formatos grandes, os modelos são verdadeiros mutantes gráficos. Um de seus principais poderes é o setup veloz, que possibilita o atendimento de tiragens menores. “Com certeza, as impressoras de formatos maiores estão aptas a imprimirem trabalhos que exigem tiragens menores, pois esses modelos têm setups tão rápidos quanto as máquinas de formatos menores. Justamente por esse motivo a Komori vem investindo cada vez mais em máquinas com setups mais rápidos. É bom chamar a atenção para o Japão, que é o país onde se pratica uma das menores tiragens do mundo. É por esse motivo que a Komori, desde 1991, foi a empresa pioneira em automação”, diz Fernandez.

A adaptação às novas regras do mercado também é essencial. “Nos últimos anos a tendência é de tiragens cada vez menores e as máquinas têm se adaptado às exigências do mercado. As impressoras de formatos maiores também seguem essa tendência e têm como fazer acertos rápidos, sendo competitivas nas tiragens menores. Nas impressoras de formato maior, a automatização é muito boa, o que é indispensável para garantir competitividade e preços atrativos. A velocidade do acerto é praticamente igual, mas a produtividade é maior e a perda de material é menor, já que são necessárias menos chapas, menos maculatura e menos tempo de produção, por exemplo. Além da automatização, a integração do fluxo de trabalho por meio dos produtos do Prinect também gera bons resultados no aumento da produtividade. Produtos como o Prinect Prepress Interface, Prinect Image e o Prinect Axis Control resultam em um conjunto ainda mais produtivo para as gráficas que trabalham com tiragens menores”, menciona Philipp Fries, gerente de produtos máquina plana formato folha inteira da Heidelberg.

De acordo com Borrego, os modelos estão adequando seus formatos para múltiplos formatos editoriais, como revistas e livros. A evolução é real e necessária, mas é preciso detalhar custo e obstáculos. “As máquinas de maior porte evoluíram muito nesse sentido, a fim de também acompanhar o mercado. No entanto, seu custo operacional ainda permanece mais alto que o das máquinas ¼ de folha”, alerta Prado.

No desenvolvimento inicial do equipamento já há quem pense na adequação para diferentes tiragens. “As máquinas da Ryobi, sem dúvida, estão aptas. Essas impressoras são projetadas justamente com esse objetivo: serem flexíveis. A Ryobi 784 EXL meia folha de formato estendido 788x600mm, por exemplo, é compacta, totalmente automatizada, visando facilitar todo o processo de trocas de trabalhos e o processamento dos mesmos”, destaca Furlan. Valéria Damasceno, da assessoria de comunicação da KBA, exemplifica: o modelo Rapida 105 SPC troca chapas e faz as lavagens em apenas um minuto.

Melhorias contínuas
Caso o leitor ainda não tenha notado, o que está sempre em pauta nesta reportagem é o famoso setup. Já definido como um dos principais poderes dos equipamentos, é ele o diferencial, a especialidade ofertada pela fabricante. É, portanto, nesse poder que se concentram os investimentos. Furlan entra vorazmente no assunto setup apoiado numa longa experiência: “Desde 1996, a Ryobi inova o mercado de máquinas com o setup mais rápido do mundo. A fabricante buscou novas tecnologias de pré-registro, colocação de chapas automatizadas bem como simplificou o sistema operacional. O que hoje é uma necessidade para o mercado, para nós, da Man Ferrostaal, já é uma realidade há 12 anos.”

O poder da preocupação data de longínquos anos. “A Heidelberg se preocupa há muito tempo com o nível de automação - desde as suas primeiras máquinas Minerva - e com a redução do tempo de acerto de seus equipamentos. Prova disso é a Speedmaster SM 52, que desde 1998 é o equipamento ¼ de folha mais automatizado do mercado, com trocas de chapas semi-automáticas, lavadores automáticos de rolaria, blanquetas e contra-pressão, acerto remoto de registro e tinteiros e o consagrado controle de operações Prinect CP 2000 Center. Dando continuidade ao bom desempenho desse equipamento, a Heidelberg apresentou, em 2006, seu equipamento de menor tempo de acerto, menor desperdício de papel e com um significativo aumento de produtividade: a Speedmaster SM 52 com tecnologia Anicolor. Essa impressora permite a redução de até 90% no desperdício de papel durante o acerto, aumento de 25% na produtividade e diminuição de 40% no tempo de acerto da máquina. Com isso, as gráficas conseguem obter lucro nas microtiragens, mesmo se comparadas aos sistemas digitais, já que ela ainda agrega os benefícios e entrega 100% de qualidade offset”, lista Vidal.

Lançamentos poderosos estão sendo preparados. “A KBA lança o Drivetronic SPC, que possibilita a troca de chapas simultaneamente à lavagem, independentemente do número de unidades, em apenas um minuto. Outra novidade é a Rapida 74 G com offset sem água, que permite o acerto com apenas dez folhas, sendo que os ajustes já estão pré-definidos da pré-impressão, agilizando tempos de preparo e reduzindo consideravelmente desperdícios. O sistema Drivetronic vem se complementando desde 2000, quando foram lançados o alimentador e transmissões sem cardã e unidades de impressão com motores individuais. Em 2004, apresentamos o Sistema Sensorial de Entrada (SIS), esquadramento lateral realizado no tambor de parada, por meio de pinças oscilantes, e em 2007, a troca de chapas simultânea às lavagens em apenas um minuto”, conta Valéria.

A Komori investe constantemente muito em desenvolvimento de softwares para as máquinas ¼ de folha, meia folha, folha inteira e rotativas. “Um exemplo é a máquina rotativa da Komori, que possui o setup mais rápido do mundo, a System 38 S”, enaltece Fernandez. Prado argumenta que a integração com a pré-impressão tem sido uma forte aliada no conjunto de sistemas de automação que são abrigados hoje nas máquinas de ponta e alerta que mesmo sendo ainda muito importante, o nível de dependência para com o operador é cada vez menor.

Na opinião de Borrego, as principais evoluções que merecem ser destacadas são os acertos computadorizados de formatos, acerto automático de espessura de papel, CIP 3 e a troca automática de chapas.

Conjunto da automação
Além da evidenciada redução do setup há outros objetivos perseguidos pelo conjunto da automação. “Facilidade de comunicação entre a impressora e a pré-impressão, aumentando a produtividade, sistema de colocação de chapas, transferências entre pinças facilitadas pelas novas tecnologias, novos sistemas de entintamento e, principalmente, facilidade operacional dos equipamentos”, opina Furlan.

Para Fernandez, o mercado está mais maduro e a evolução está cada dia mais evidente. “Além dos setups mais rápidos, temos outros pontos importantes que devem ser citados. Todas as máquinas estão preparadas para a linguagem CIP3, o que significa pré-impressão conversando com a máquina impressora, leituras espectrofométricas e densitométricas incorporadas no equipamento, registros laterais e circunferenciais com ajustes on-line, sistemas non stop no alimentador e na saída da máquina completamente automáticos, entre outros. Enfim, hoje o foco da Komori é que cada vez mais a máquina trabalhe com menor interferência possível do operador. É por esse motivo que recentemente a Komori lançou um software chamado KHS-IA, que faz a máquina possuir uma inteligência artificial. Outra questão muito importante é a confiabilidade do produto: a Komori tem um dos menores índices mundiais de quebra de máquina.”

A automação é um ponto muito forte nos equipamentos da Heidelberg. “Podemos citar como exemplos as vantagens como integração total do fluxo de trabalho da gráfica através dos programas do Prinect, sistema de controle de qualidade integrados como Prinect Axis Control, lavadores automáticos de rolarias, blanquetas e contra-pressão, acerto automático de formatos e de pressão de impressão, sistema de troca de chapas semi-automático Autoplate, comando remoto de tinteiro e registro via painel touch screen no console principal do operador. Além disso, dois novos recursos serão lançados na Drupa 2008. O Intellistart e Prinect Press Center. O Prinect Press Center combina funções para controle de impressão com funções de controle de cor e registro em um único console de controle. O Intellistart, permite que, enquanto um trabalho estiver sendo impresso o operador possa preparar a entrada de outro arquivo, visualizando todo o processo. Os gráficos enfrentam constantemente a pressão de custos e margens de lucro cada vez menores e precisam analisar em cada etapa de produção onde a automação completa do processo produtivo ajuda na competitividade da gráfica. Isso é um ponto estratégico em que a Heidelberg, como única provedora completa de soluções, pode dar o suporte completo para o mercado gráfico atual”, revela Vidal.

Potência com controle é o objetivo. “O controle do processo durante a impressão, primando acima de tudo pela qualidade do material impresso, faz com que o nível de perdas de matéria-prima e produtos acabados cheguem a níveis mínimos”, diz Prado.

Mercado editorial
As constantes mudanças e possíveis adaptações a novos mercados levam ao aperfeiçoamento dos equipamentos. Hoje, o mercado editorial também é encarado como um dos alvos da impressão plana. E a relação evolui sempre. “Principalmente pela redução das tiragens, as rotativas estão se tornando inviáveis economicamente e com a maior automação das offsets planas e setups rápidos, os custos foram reduzidos, tornando-as mais indicadas a esse mercado. Para tiragens abaixo de 10 mil são indicadas as máquinas gigantes, onde são impressas até 32 páginas A4 por folha”, diz Valéria.

Impresso e trilhado, o novo caminho não oferece possibilidade de retorno. “A redução no volume das edições fez com que o mesmo caminho trilhado pelos impressos promocionais também fosse percorrido pelo mercado editorial. É um caminho sem volta”, avalia o gerente de produtos soluções offset da Alphaprint.

Furlan também crê que houve evolução na relação mercado editorial e impressão plana, “tanto que todos os fabricantes estão com novidades nesse setor, como a Ryobi, que lança na Drupa 2008 a Ryobi 1050 com formato de papel 108x790 mm e extremamente automatizada”, acrescenta.

Fries adianta o desejo da Heidelberg: “O editorial é um dos desejos da impressão plana e a Heidelberg desenvolve constantemente equipamentos e recursos para atender as necessidades desse segmento. As impressoras de oito e dez cores, que trabalham com reversão, imprimindo dos dois lados da folha em uma só passada de papel, já estão consolidadas nesse mercado. Assim como a Speedmaster XL 105, que possibilita altíssima produtividade na produção de impressos. Outro recurso interessante é o Cutstar, que, no formato 102 e 105, permite alimentação de papel em bobina, o que diminui drasticamente o consumo de papel. Durante a Drupa 2008, a Heidelberg vai apresentar algumas novidades para esse segmento, como as impressoras Very Large Format (VLF), que trabalham com os formatos 145 (106X145 cm) e 162 (121X162cm).  Esses lançamentos são voltados às tiragens médias e grandes. Trabalham com velocidade de até 15 mil folhas por hora, têm acertos rápidos, menor desperdício nas trocas de trabalho, alta qualidade e produtividade, já que é possível acomodar um número maior de páginas de um trabalho em cada folha impressa.  Além disso, a Heidelberg também irá apresentar a Speedmaster XL 105 com dez cores e reversão, tornando possível a impressão dos dois lados da folha em uma passada com a qualidade, produtividade e formato da já conhecida XL105. Na feira também será apresentada a Speedmaster SM 52 10 cores com a tecnologia Anicolor, trazendo ainda mais produtividade para o mercado de baixas tiragens com a possibilidade de imprimir dos dois lados da folha em uma só passada de papel”, revela o gerente de produto máquina plana formato folha inteira da Heidelberg.

Ao analisar o mercado editorial, Fernandez acredita que o grande desejo são máquinas rotativas, pois com a atual tecnologia da Komori é possível rodar trabalhos com tiragens mínimas de 10 mil cadernos e perdendo pouquíssimos cadernos para acerto. “Isso ocorreu devido à evolução tecnológica que as máquinas rotativas tiveram nesses últimos anos”, pontua o vice-presidente da Gutenberg.

Tendência de investimento
Antigamente a gráfica decidia em qual equipamento investir somente baseada no seu volume de trabalho para determinado tipo de tiragem. Hoje, a tendência natural é a modernização, o que justifica a capacidade das impressoras de assimilar novos formatos e tiragens. “Ainda existe o sonho do empresário por esta ou aquela marca, o que leva muitos a fazerem investimentos errados, corroborados por vendedores sem muita visão de mercado”, diz Furlan.

Prado observa que hoje os investimentos estão menos focados no aumento da demanda e mais na necessidade de automação do processo, que virou uma questão de sobrevivência da gráfica. Valéria alerta para a questão da modernização: “O empresário gráfico que não se modernizar ficará cada vez mais distante desse mercado tão dinâmico e competitivo.”

Vidal sabe que o volume de trabalho é um fator importante na decisão de compra de equipamento de cada empresa. “Mas a competitividade da gráfica está muito relacionada ao nível de produção e custo para impressão do produto que é extraído de seus equipamentos. Por isso, a gráfica se vê obrigada a investir em equipamentos de alta tecnologia que garantem a qualidade e o prazo esperado para os seus clientes e isso a direciona a equipamentos cada vez mais modernos.”

Fernandez descarta a bolha de crescimento e confia na maturidade: “Hoje, todos os investimentos são pensados e reavaliados buscando a modernização do parque gráfico com um crescimento sustentável. O gráfico não quer mais quantidade de máquinas e sim máquinas rápidas e eficientes. A idéia é modernizar o parque gráfico, substituindo duas ou três máquinas por uma. Dessa forma, ele estará também reduzindo o seu custo e se colocando frente às tendências do mercado gráfico e preparando-se para atender às demandas dos seus clientes.”

Os equipamentos oferecidos pelos fornecedores

Alphaprint
Impressoras offset ¼ de folha marca Hamada de duas, quatro ou cinco cores.

Gutenberg
A Komori Corporation hoje possui uma das linhas mais completas de máquinas impressoras do mundo, pois a empresa fornece equipamentos desde o formato ¼ de folha até máquinas rotativas de 32 páginas. Isso significa máquinas nos formatos 36x52cm; 48x66cm; 53x75cm; 61x75cm; 72x103cm; 75x105cm e 82x116cm. Todos esses modelos têm possibilidades de colocar unidade de verniz mais reversão. Máquinas rotativas de 16 páginas e 32 páginas.

KBA
• Pequenos formatos:
Genius 52 UV (36x52cm)
Performa 66 (48,5x66cm)
Performa 74 (52x74cm)

• Médio formato:
Rapida 105 universal (72x105cm)
Rapida 105 (72x105cm)

• Grandes formatos:
Rapida 130 (91x130cm)
Rapida 142 (102x142cm)
Rapida 162 (112x162cm)
Rapida 185 (130x185cm)
Rapida 205 (151x205cm)

Man Ferrostaal
A Ryobi trabalha com máquinas desde o menor formato de impressão - o formato ¼ de folha (Ryobi 3304 HA) -, passando para a maior meia folha do mercado, com dois modelos, Ryobi 754 e Ryobi 784, com formatos de 788 X 600 mm; e vai até as folhas inteiras de formato curto, como é o caso da Ryobi 924, com formato de 920 X 625 mm, chegando ao lançamento da Drupa 2008, a Ryobi 1050, cujo formato será o maior de sua categoria: 1080 x 790 mm.

Heidelberg
Printmaster QM 46-2
Printmaster GTO 52
Speedmaster SM 52
Speedmaster SM 52 com tecnologia Anicolor.
Speedmaster SM 74
Speedmaster XL 75
Speedmaster SM 102
Speedmaster CD 102
Speedmaster XL 105
Speedmaster XL 145 (após Drupa 2008)
Speedmaster XL 162 (após Drupa 2008)

T.Janér
Sakurai, Akiyama e Gronhi, para todos os formatos de ¼ a folha inteira 720 x 1040.

 
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