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   Brasil, 30 de Julho de 2010
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Retrospectiva - Edição 74
Sumário
O ano do papel
 
Em 2007, vários movimentos chacoalharam o mercado gráfico, alimentando as previsões para um ano de crescimento. No centro deste cenário, a indústria papeleira foi, sem dúvida, a que proporcionou mais ação. Destaque para a investida das multinacionais, que elevaram substancialmente as importações em quase todos os segmentos.
 

Janeiro/Fevereiro
• HP Brasil anuncia resultados financeiros em 2006, encerrados em 31 de outubro. A receita líquida foi de US$ 91,7 bilhões, representando um crescimento de 7% em relação ao período do ano anterior.
• Abigraf divulga evolução da produção da indústria gráfica nacional em 2006. A expectativa era receita de vendas da ordem de R$ 16,27 bilhões (US$ 7,57 bi) em 2006, ante R$ 15,84 bilhões (US$ 7,14 bi) no ano de 2005, representando 3,71% do total do PIB da indústria de transformação e 0,80% do PIB brasileiro.
• Screen lança o Platerite FX 870, primeiro equipamento de CTP para flexo, desenvolvido pela Dainippon Screen.
• EFI anuncia a chegada ao Brasil das tintas VUTEk BioVu, as primeiras baseadas em solvente produzido a partir do milho.
• Volume de negócios realizados em 2006 pelo Graphia (Graphic Arts Industry Alliance) - grupo de exportação do setor gráfico - bate em aproximadamente US$ 2 milhões.
• Presstek, fabricante de soluções de impressão offset digital, e Gutenberg Máquinas e Materiais Gráficos, de São Paulo, anunciam parceria para atuar no mercado brasileiro.
• Suzano conquista a certificação FSC - Forest Stewardship Council para suas Unidades Florestal e Industrial de Suzano e Rio Verde, no Estado de São Paulo, complementando o selo já conquistado para a Unidade Mucuri, na Bahia, no final de 2004.
• José Fernandez, vice-presidente da Gutenberg analisa o desempenho do mercado gráfico e antecipa o que poderá ser esperado da nova representada, a americana Presstek.
• Reportagem aborda a tecnologia digital, que assume o posto de destaque na área gráfica. Após o ‘susto’ inicial, os empresários gráficos sentiram confiança e começam a injetar capital em equipamentos digitais. Mostrar a capacidade de inovação tecnológica é tarefa dos fabricantes de impressoras digitais.
• Heidelberg conclui um dos melhores anos de sua história. Conforme Dieter Brandt, presidente, o crescimento do volume total de vendas situou-se na casa dos 20% em 2006.
• Indústria nacional de papel comemora bons resultados em 2006, tanto no mercado doméstico quanto no exterior. O segmento imprimir e escrever saboreia a mesma performance, com avanço estimado em 8% sobre o ano anterior.
• Mais de 500 convidados participam da entrega da sexta edição do Prêmio GRAPHPRINT, realizada no Buffet Rosa Rosarum, em São Paulo. Agfa, com três prêmios, Heidelberg e Suzano, com dois cada, foram os destaques da festa.

Março
• Grupo Furnax, de Taiwan, se apresenta ao mercado brasileiro. Inicialmente operando no segmento de soluções de sistemas de embalagens, o grupo diversificou atividades, depois de observar potencial em determinados setores, como o gráfico, de papelão ondulado e de plástico.
• Fotobras é anunciada como o mais novo canal comercial no Brasil para o mercado gráfico de impressão corporativa em alto volume da Xerox.
• Intergrafica Print & Pack passa a atender por MAN Ferrostaal Equipamentos e Soluções Ltda, fundindo-se à nova unidade de Negócios, Equipamentos e Soluções da MAN Ferrostaal AG.
• Suzano vende em pregão online 20 mil toneladas de crédito de carbono na Chicago Climate Exchange (CCX). Foi a primeira venda da companhia nesse mercado e rendeu à empresa US$ 80 mil.
• MAN Roland comemora resultado semestral. A entrada de pedidos alcançou 1,070 bilhão de euros, 22% a mais que no ano anterior, sem computar um grande pedido feito pela News International (Reino Unido), de 281 milhões de euros em 2005.
• Entra no ar a nova versão do Internet Sales, o site de vendas online da Agfa Graphics.
• Além de festejar cem anos, a alemã Polar também comemora o grande sucesso de vendas em 2006, quando comercializou 50% mais equipamentos e periféricos que ano anterior.
• RR Donnelley Moore inaugura filial em Pernambuco, fruto de investimento inicial de R$ 1 milhão. Como maior indústria gráfica do mundo, a RR Donnelley Moore fatura cerca de US$ 8 bilhões por ano. Em 2006, as unidades brasileiras lucraram R$ 318 milhões.
• Reportagem revela que a indústria gráfica é mais uma a ceder frente à urgência na substituição de produtos agressivos à natureza e ao homem. Entretanto, entraves culturais e de custo dificultam essa transição inadiável.
• GRAPHPRINT faz enquete com os fabricantes/fornecedores de impressoras para o segmento de rotativas offset. A idéia surgiu depois da divulgação pelo Giro (Grupo de Impressores com Rotativas Offset) de um estudo estatístico sobre as gráficas que utilizam esse tipo de máquina.
• Rical, tradicional fabricante de equipamentos de acabamento gráfico de alta tecnologia, completa 42 anos de atividade e comemora exportações realizadas em 2006.

Abril
• Comparado com 2006, o consumo interno de papéis couché dos fabricantes nacionais mais as importações revela salto de 13% em 2007. O segmento assinalou um terço do seu volume vindo do mercado externo.
• Em um ano de atuação em território nacional, a Ritrama conquista renomados bureaus de impressão e se firma como referência quando o assunto é auto-adesivos.
• MD Papéis, de capital 100% nacional, projeta crescimento de 19,3% nas vendas nos próximos dois anos (2007/08). No geral, as exportações somam cerca de 30% do faturamento anual da MD, tendo como principais mercados a Argentina, Chile, Venezuela, China, Espanha, Itália e Malásia.
• HP inaugura Big Impression, em São Paulo, um local para acolher clientes, parceiros e distribuição.
• Um novo parque gráfico, com área de 1,7 mil metros, é palco da festa em comemoração à segunda década de atuação da Athalaia Gráfica e Editora. Os 250 convidados puderam conhecer, também, a Athalaia Solução Digital, setor criado pela empresa para atender ao segmento de pequenas tiragens.
• Messe Frankfurt Feiras lança o Digital Imaging 2007, evento voltado para profissionais das áreas de criação, imagens, impressão digital e grandes formatos.
• Indústria de vernizes gráficos levanta vôo solo no mercado gráfico. Prova disso é que o consumo cresceu 8% no ano passado, superando o desempenho da indústria gráfica.
• Focando a redução de tempo e de custos, as gráficas, aos poucos, vão abandonando a terceirização em busca de maior controle, produtividade e aumento na competitividade. Com isso, vendas de equipamentos de acabamento crescem.

Maio
• Criada para suprir a crescente demanda por produtos gráficos cada vez mais sofisticados, Coverflex ganha espaço e ocupa, segundo cálculo de seus diretores, a segunda colocação no fornecimento de filmes termolaminados.
• 3ª Label Latinoamerica promete ser um grande palco para efetivação de negócios de todos os elos envolvidos nos setores de etiquetas adesivas, rótulos (tags) e identificação de produtos.
• KSR Distribuidora amplia sua atuação em todo o Brasil para dar suporte a crescimento. Presente em 1,3 mil municípios, ou seja, em 67% dos municípios brasileiros com 10 mil habitantes, a empresa vai ampliar essa cobertura com a implantação de um sistema inovador de distribuição: a RRC - Rede de Revenda Credenciada.
• Fremplast, sediada em Guarulhos, na Grande São Paulo, completa 30 anos de atividades no mercado de tintas serigráficas.
• Fernando Gorbaran, CEO da Messe Frankfurt Feiras, responsável pela organização da Digital Imaging, afirma que o retorno dos expositores foi considerado “o melhor possível.”
• Em atividade há mais de 35 anos, a Artpress segue trilha da pré-impressão e se torna uma extensão das gráficas.
• Comprint completa 25 anos de oferta de soluções gráficas e passa a produzir a primeira impressora flexográfica feita totalmente no Brasil.
• Ao comemorar 21 anos de atuação no mercado nacional de distribuição de papel, Nova Mercante revela crescimento médio anual de 20% nos últimos cinco anos.
• Label Summit Latin America bate recorde de visitação, com a presença de mais de 500 visitantes, que puderam conferir 20 sessões de seminário no programa da conferência, além de outros recursos disponibilizados na exposição comercial, paralela ao evento.
• Reportagem aponta que cada vez mais fabricantes investem na automação e integração dos equipamentos híbridos.
• Aquecimento da economia e do mercado de papelão ondulado, aliado ao surgimento de novas tecnologias, proporciona pontos positivos para o aumento da demanda de tintas flexográficas.

Junho
• Gustavo Couto, gerente de marketing da Suzano Papel e Celulose, detalha o projeto de financiamento e orientação à indústria gráfica, cujo objetivo é certificar, com o selo de certificação florestal FSC (Forest Stewardship Council), embalagens de papelcartão, livros, cadernos, revistas, cartões de visitas, entre outros produtos finais.
• Desenvolvido pela suíça Lüscher e comercializado no País pela Gutenberg Máquinas e Materiais Gráficos, chega ao mercado o CTP XPose! UV, que permite trabalhar com chapas convencionais, reduzindo drasticamente o custo de chapas e consumíveis.
• Heliocolor completa 18 anos de mercado e inaugura sede própria, em São Bernardo do Campo (SP). Atualmente, sua fatia no mercado doméstico de vernizes base água é de 30%.
• Reportagem analisa segmento de papéis especiais e constata que a sofisticação do mercado gráfico é evidente e irreversível. No ano passado, o segmento assinalou crescimento de 5%.
• Também se verificou que o segmento de impressoras planas de pequenos formatos está passando por um ótimo momento. A necessidade de ter um equipamento adequado às reais necessidades dos clientes faz com que as gráficas invistam em novos modelos de equipamentos.
• No ano em que comemora seu 35º aniversário, a paranaense Gráfica Posigraf consolida sua liderança no setor com investimento de R$ 50 milhões, o maior de sua história.
• A IBF passa a disponibilizar o CTP IBF Million News, equipamento capaz de produzir 41 chapas duplas ou 84 chapas simples por hora, com um sistema semi-automático. A opção de sistema automático também está disponível.
• Realizada a edição 2006 da Serigrafia & Sign. A feira, que ocupou 25.137 m² de exposição, teve 236 expositores e 41 mil visitantes. Reuniu os principais prestadores de serviço e fornecedores de equipamentos, insumos e substratos.
• A International Paper no Brasil inicia a produção para exportação do papel Hammermill, principal marca de papel cut size nos Estados Unidos, na sua Unidade de Luiz Antônio, cuja capacidade é de 360 mil toneladas/ano de diversas marcas de papéis, das quais 247 mil toneladas estão previstas para exportação. Aproximadamente 10% da sua capacidade será destinada à produção do Hammermill.
• Ano fiscal de 2005/2006 é o mais bem-sucedido ano da empresa familiar Voith, em todos os seus 140 anos de história. Estimulada pela conjuntura mundial, faturamento aumenta 7,9%, alcançando 3,7 bilhões de euro.
• Klabin continua conquistando novos mercados internacionais com a venda de papel kraftliner para embalagem. Em 2006, passou a exportar para Venezuela, El Salvador, Quênia e África do Sul. A companhia detém 6% do mercado de exportação de kraftliner e no ano passado exportou 411 mil toneladas do produto para 44 países. Em 2007, a empresa direciona seus esforços também para o mercado norte-americano, mirando o espaço vago deixado pelas empresas que fecharam nos EUA.

Julho
• Evolução dos sistemas de impressão leva os equipamentos de acabamento a apresentarem grandes avanços, incluindo as guilhotinas. Cada vez mais precisas e automatizadas, elas acabaram se tornando uma ferramenta de suma importância na finalização de qualquer trabalho gráfico.
• A Aracruz confirma investimento de US$ 2 bilhões que fará em Guaíba (RS) para produzir celulose e papel.
• Com apenas 12 anos no mercado, pois foi lançada na Drupa de 1995, a Speedmaster SM 52 completa 25 mil castelos vendidos no mundo todo. Além de imprimir uma grande variedade de trabalhos, é complemento para as impressoras de formato meia folha ou folha inteira, com produção de tiragens menores com maior lucratividade.
• Stora Enso inicia estudo de pré-viabilidade para uma fábrica de celulose e papel em Nizhny Novgorod, na Rússia, que seria construída em estreita cooperação com o governo russo. O objetivo, segundo a empresa “é produzir papel para o consumidor russo feito de madeira russa, na Rússia”.
• Antonio Pacheco, presidente da Alphaprint, fala da marca fantástica da distribuidora de equipamentos e insumos gráficos, que no triênio 2004-2006 viu seu faturamento crescer quase 200%, o que dá uma média invejável, superior a 60% ao ano.
• Segunda edição da Pesquisa GRAPHPRINT de Distribuição de Papéis revela que o setor precisa ajustar ainda mais o foco no seu negócio e no mercado para que possa crescer de forma sustentada.

Agosto
• Necessária e vital, a comunicação com o cliente final expande fronteiras e aquece o segmento de plotters. Além do aumento na qualidade, os equipamentos estão mais acessíveis e agregam valor em busca de novos mercados.
• Empresa do Grupo Sequana Capital - conglomerado que se posiciona como importante player no setor de papéis -, a Arjowiggins comemora 30 anos de atuação no mercado brasileiro. Localizado em Salto, no interior de São Paulo, o Grupo Arjowiggins é o principal produtor mundial de substratos criativos e de alta tecnologia e está presente nos mercados de alto valor agregado. Com 8 mil funcionários e 33 fábricas, fatura 2 bilhões de euros ao ano atuando internacionalmente. De origem européia, tem mais de 500 anos de experiência.
• Reportagem retrata mercado de papelcartão, que tem respondido, nos últimos três anos por 7% do volume total de papéis fabricados no Brasil. Nesse período, expandiu sua produção de 583.430 toneladas em 2004 para 602.753 toneladas em 2006, ou algo próximo de 3,3%, percentual similar ao assinalado pelo mercado total, que cresceu de 8.452.411 toneladas para 8.724.631 toneladas no período em questão.
• A Klabin encerra segundo trimestre do ano com lucro líquido de R$ 207 milhões. No acumulado do semestre, o lucro líquido de R$ 372 milhões representa um aumento de 43% na comparação com os primeiros seis meses de 2006.
• Celulose Irani prevê investimento no segmento de papelão ondulado. Segundo Sérgio Ribas, diretor de marketing e vendas, a empresa aumentará a produção de papelão ondulado em 65% nos dois próximos anos, com um investimento de R$ 110 milhões nessa produção.
• T.Janér inaugura filial em Belo Horizonte, Minas Gerais. Para o empreendimento foram investidos R$ 600 mil, do montante de R$ 2,2 milhões que a empresa está destinando à melhoria de sua fábrica. Emepê Gráfica, de Vinhedo (SP), anuncia a compra da primeira Roland 507 mais verniz do País. Com esse novo potencial produtivo, as expectativas são de 100% de crescimento na impressão de embalagens. Printcor reformula suas instalações de tintas e vernizes e inaugura em São Bernardo do Campo a PrintVerniz - expansão da sua área de verniz. Meta passa a ser atingir capacidade de produção de 400 toneladas/mês de produtos nos dois primeiros anos de funcionamento.
• Votorantim Celulose e Papel anuncia novo projeto de voltado à ecoeficiência. O objetivo é produzir utilizando menos recursos da natureza.
• Geraldo Ferreira, gerente-geral da Asia Pulp & Paper (APP), uma das maiores fabricantes de papel e celulose do mundo, fala da entrada no Brasil da empresa cujo escritório na América Latina está em São Paulo. Atualmente, a empresa comercializa 32 mil toneladas/ano de papéis para gráficas e editoras, em parceria com a Elof Hansson, volume que deve ser dobrado nos próximos cinco anos, conforme expectativa de Jack Kuo, diretor corporativo de vendas e marketing da APP. Uma das metas da empresa é ampliar atuação no segmento de papéis revestidos que, atualmente, representa 40% de seu faturamento no Brasil.

Setembro
• Associação Brasileira de Embalagem realiza evento para divulgar balanço do primeiro semestre e perspectivas para o ano. A previsão é de que a produção de embalagens cresça neste ano entre 1,2% e 1,8% sobre o ano anterior.
• Day Brasil completa 40 anos com forte presença internacional e atuação nos mercados de plástico, duas fábricas (em Jandira, na Grande São Paulo, e em Manaus - AM) e mais de 600 funcionários.
• XXIII Congresso do Comitê de Tecnologia da Associação Nacional de Jornais (ANJ) discute os caminhos para que o veículo impresso mais tradicional do mundo conviva e tire proveito da nova era da comunicação digital. Conforme os palestrantes, essa história que o fim do jornal é líquido e certo não passa de previsão de bola de cristal.
• Reportagem retrata a evolução do computer to plate (CTP). Mas mesmo com os custos sendo reduzidos, principalmente no último ano, os fornecedores admitem que há necessidade de uma melhor análise por parte dos empresários gráficos sobre a melhor solução para seu negócio, sob pena de comprometerem a eficiência da tecnologia digital.
• Chapa de impressão :Azura, da Agfa Graphics, acaba de atingir a marca mundial de 1.200 usuários. Lançada há pouco mais de três anos, a :Azura agrega a vantagem de não agredir o ambiente e possuir inúmeros benefícios operacionais.
• Depois de investimento de US$ 1,3 bilhão e 22 meses de construção, a segunda linha de produção de celulose da Unidade Mucuri, da Suzano Papel e Celulose, entra em operação 35 dias antes do cronograma. Trata-se da maior linha única de produção de celulose do mundo, com capacidade para um milhão de toneladas por ano.
• Instalada em novembro de 2006 na Leograf, a Speedmaster XL 105-6+LX seis cores mais verniz em linha tornou-se a impressora mais produtiva da América Latina, pois trabalha com uma produção média de 5,5 milhões de impressões por mês com boa parte dos trabalhos impressos a 18 mil folhas por hora.
• International Paper assina acordo definitivo para formar parceria com a Ilim Holding, maior empresa de produtos florestais da Rússia. O valor da negociação foi de US$ 650 milhões e a nova empresa, com 50% de participação de cada companhia, irá operar com o nome Ilim Group.
• Reportagem aponta que mais da metade dos equipamentos de CTPs instalados no Brasil prestigiam a tecnologia de chapas térmicas, em função de sua versatilidade. Mas os fornecedores revelam: as chapas violeta vêm ganhando mercado, impulsionadas por sua eficiência operacional, e as sem processamento químico, ainda em fase de testes no País, tendem a se tornar estrelas no futuro próximo.
• Criada a Deltagraf, que passa a representar a linha de rotativas da KBA e os periféricos e insumos da Baldwin.
• Maior evento das Américas, Escolar PaperBrasil 2007 revela-se termômetro do setor de cadernos e aproxima elos que compõem cadeia de suprimentos.
• A dinamarquesa Nilpeter lança nova geração de impressoras offset rotativa e flexográficas UV para embalagens flexíveis e rótulos e etiquetas na LabelExpo Europe 2007, realizada em setembro, em Bruxelas. A feira também marca a entrada da Nilpeter no mercado de impressão digital.
• SPP-Nemo anuncia a incorporação de novos serviços ao seu site de compras, apostando na agilidade e rapidez para manter o estoque dos clientes do setor gráfico em dia.
• Andrés Romero, presidente da Associação Nacional dos Distribuidores de Papel (Andipa) aborda o projeto paulista de substituição tributária, que provocará impacto no setor de distribuição de papéis em todos os Estados da Federação.

Outubro
• Com a proposta de fomentar o crescimento da impressão digital na América Latina, consultoria americana na área gráfica Caslon chega ao Brasil por intermédio de parceria com a Agência de Negócios, comandada pelo experiente profissional do setor Hamilton Terni Costa.
• Screen e T&C comemoram a venda dos CTPs números 11.000 e 11.001 no Brasil.
• Mais antiga indústria gráfica privada do País, a Rotermund completa 130 anos com capital 100% nacional, faturamento de R$ 14 milhões e relações comerciais em todo o Brasil.
• Orsa Celulose, Papel e Embalagens, empresa do Grupo Orsa, lança mão de sua expertise em impressão de alta qualidade em papelão ondulado para poder concorrer com as embalagens de aço para massa acrílica.
• Indústria paranaense de produtos de higiene e limpeza Mili S.A. compra nova máquina de papel tissue que deverá ser instalada em sua unidade fabril de Três Barras (SC) no último trimestre 2008. Nos últimos 20 anos, a empresa ampliou sua capacidade produtiva de 10 para 190 toneladas por dia.
• MeadWestvaco Corporation - empresa de embalagens para várias marcas mundiais nas indústrias de alimentos e bebidas, mídia e entretenimento, higiene, casa e jardim, cosméticos e cuidados de saúde - e a Klabin anunciam a criação de um acordo de vendas e marketing pelo qual a MeadWestvaco venderá uma parte do papelcartão produzido na unidade da Klabin localizada na cidade de Telêmaco Borba, no Paraná. O acordo terá início no dia 1º de janeiro de 2008.
• Stora Enso e a Arauco concluíram as negociações visando a venda de alguns ativos da Stora Enso Arapoti Brasil para a Arauco. A Stora Enso está vendendo 100% da serraria de Arapoti, 80% das ações da empresa florestal e 20% das ações da empresa produtora de papel revestido de baixa gramatura (LWC) para a Arauco. O valor total da transação é de US$ 208 milhões. Essa venda não terá impacto nos resultados operacionais do terceiro trimestre de 2007 da Stora Enso.
• Após dois anos conturbados decorrentes do cancelamento de parceria com uma multinacional e de boatos difundidos pelo mercado, a Feva dá sinais de recuperação.
• Evaristo Nascimento, diretor da Alcantara Machado, organizadora da Fiepag, fala das mudanças da feira, que passa a dividir a cena com outros quatro eventos, e ter foco ajustado no mercado de embalagens.
• Reportagem revela que novas exigências ambientais estão levando os departamentos de desenvolvimento dos fabricantes de tintas offsets planas a ampliarem o uso de óleos vegetais e a substituírem a quantidade de metais pesados e solventes nas formulações.
• Reportagem aponta que com a solução de problemas como demora no set up, veio à tona a produtividade das máquinas de grande formato, que estão levando os executivos do setor a repensarem antigos conceitos produtivos.

Novembro
• Heidelberg inaugura na fábrica em Wiesloch-Walldorf, Alemanha, um novo galpão, construído especialmente para a fabricação das Speedmaster XL 145 e XL 162, que serão lançadas na Drupa 2008.
• Segundo levantamento feito pelo gerente de vendas da MAN Ferrostaal, Antonio Furlan, atualmente no Brasil a cada dez máquinas vendidas, de quatro a seis são da Ryobi.
• Coralis inaugura centro de tecnologia, criando um ambiente exclusivo para o treinamento e aperfeiçoamento de quem está em busca do conhecimento de cores.
• Cláudio Baronni, primeiro presidente eleito da Associação Brasileira de Rotativas com Offset, fala dos serviços que a associação oferecerá e como pretende aumentar o valor das gráficas associadas.
• Reportagem foca adesivos, cuja participação no custo total de um produto impresso é muito pequena, mas sua função é fundamental para que a qualidade esteja assegurada. Por essa e outras razões, esses insumos estão “colando” sua importância no acabamento das gráficas.
• Equipamentos de acabamento revelam-se máquinas mais eficientes e versáteis. Graças a isso, as gráficas vêm conseguindo responder bem às novas necessidades criativas dos produtos impressos.

 
Sumário
 
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